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10-Nov-2011 |
DESPACHO DE AUSTERIDADE NA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOAO STAL repugna o conteúdo do despacho emitido pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa que aponta para um conjunto de medidas de redução de despesas na autarquia, considerando que o mesmo constitui desde logo uma declaração de incompetência do actual executivo e um cardápio de malfeitorias contra os trabalhadores e os serviços públicos que o município presta, particularmente na área da higiene urbana.
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09-Nov-2011 |
DECLARAÇÕES DO SEC. DE ESTADO SÃO POPULISTAS,
DE CARIZ PATERNALISTA E AUTORITÁRIO.
É no mínimo caricato, deplorável e profundamente populista o anúncio
feito pelo Secretário de Estado da Administração Local de que o
resultado do roubo nos subsídios de férias e de Natal aos trabalhadores
das autarquias locais será canalizado para o pagamento das dívidas a
fornecedores, para amortização de empréstimos ou para o investimento,
anúncio que o STAL repudia veementemente.
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09-Nov-2011 |
DEFENDER O SERVIÇO PÚBLICO
O governo PSD/CDS-PP, prosseguindo o caminho aberto pelo
executivo anterior, pretende entregar ao capital privado as Águas de Portugal.
Se se concretizasse este objectivo, o país ficaria mais pobre, mais desigual e
injusto.
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09-Nov-2011 |
PELA DIGNIDADE PROFISSIONAL
19 DE NOVEMBRO - AUDITÓRIO DO STAL EM LISBOA
Este encontro realiza-se num momento em que o Governo prossegue um ataque sem tréguas aos trabalhadores em funções públicas, pretendendo apresentá-los como alvos preferenciais e bodes expiatórios da situação da crise a que sucessivos governos e políticas erradas foram conduzindo o país.
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02-Nov-2011 |
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A CGTP-IN realiza no dia 3 de Novembro, um Encontro sobre o Estado, Administração Pública e Direitos Sociais, que irá debruçar-se mais especificamente sobre Educação, Saúde, Segurança Social e Poder Local, no Hotel Zurique, sito na Rua Ivone Silva, n.º 18, em Lisboa.
Esta iniciativa é de grande oportunidade, visto que estamos perante uma ofensiva, sem precedentes, contra o Estado e as funções que desempenha e aos seus trabalhadores.
Estrategicamente o PSD/CDS e o capital querem menos intervenção do Estado, vendendo a ideia de que o Estado tem de ser selectivo porque os recursos são poucos e não pode ser garantida a universalidade de direitos, promovendo um Estado assistencialista.
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