Greve Geral ultrapassa os 85% na Administração Local PDF Imprimir e-mail
14-Nov-2012

PODEROSO GRITO DE REVOLTA

Com uma adesão global que ultrapassa os 85%, a Greve Geral da CGTP-IN teve na Administração Local uma fortíssima expressão e constitui um poderoso grito de revolta dos trabalhadores do sector contra a política de roubos, injusta, imoral e criminosa do governo PSD/CDS-PP de Passos Coelho e Paulo Portas. A luta vai continuar já no dia 27 de Novembro, na Assembleia da República, dia em que se realiza a votação final do Orçamento do Estado para 2013.

DADOS DE ADESÃO 18.00H

O STAL saúda os milhares de trabalhadores das câmaras municipais, serviços municipalizados, juntas de freguesia, empresas municipais e concessionárias de serviços públicos locais, bombeiros, escolas, jardins de infância, transporte urbanos municipais e demais entidades inseridas no âmbito da Administração Local e Regional, que hoje deram corpo ao seu descontentamento e à sua revolta numa poderosa adesão a esta Greve Geral.

O sindicato não pode deixar de também lembrar a enorme massa de trabalhadoras e trabalhadores que, comungando dos objectivos desta jornada de luta, a ela não aderiram por diversas razões, particularmente porque pressionados pelas situação de precariedade em que se encontram ou pelas enormes dificuldades que as injustas políticas de austeridade lhes impõem.

A Direcção Nacional do STAL considera que esta Greve Geral não constituiu um fim em si mesmo, antes renova e reforça a disponibilidade para a continuação da luta contra a política criminosa e terrorista do Governo PSD/CDS-PP. Nesse sentido o sindicato afirma desde já a disponibilidade para participar numa grande mobilização para a Assembleia da República no próximo dia 27 de Novembro, dia em que se realiza a votação final do Orçamento do Estado.
 
Pelos direitos, pelo Poder Local, pela democracia

Lixo por recolher na maioria das cidades do país e transportes públicos paralisados e centenas de serviços de atendimento ao público encerrados constituem alguns dos impactos mais visíveis da greve, que também levou ao encerramento de juntas de freguesia, museus, bibliotecas, parques desportivos, serviços de fiscalização, escolas e jardins-de-infância, afectando ainda bombeiros municipais, sapadores e associações humanitárias de bombeiros voluntários.  

A paralisação de uma enorme quantidade de serviços das diversas entidades que integram a Administração Local e Regional constitui a pedra de toque da Greve Geral no sector, realidade que redobra a confiança na luta que os trabalhadores vão ter de continuar a levar a cabo.

À medida que se tornam mais inadequados e violentos e os impactos das políticas de austeridade levadas a cabo pelo actual Governo, que se agravam as condições de vida dos trabalhadores e torna-se ainda mais claro que o caminho das inevitabilidades apregoadas por Passos Coelho, Paulo Portas e a panóplia de fazedores de opinião ao seu serviço não passa afinal de um caminho que ataca ferozmente os direitos laborais e sociais, procura satisfazer a todo o custo os interesses do grande capital financeiro e empobrece cada vez mais o país, cresce a revolta e a luta consciente dos trabalhadores por uma política diferente que valorize o trabalho, promova o desenvolvimento e os serviços públicos, respeite os direitos e valorize os salários.  
 
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