Caravana da Indignação no Alentejo e nos Açores PDF Imprimir e-mail
02-Mai-2007

ADMINISTRAÇÃO LOCAL EM PROTESTO

A Caravana da Indignação da Administração Local prossegue hoje, 2 de Maio, no Alentejo (Évora) e nos Açores (Ponta Delgada), numa acção de protesto contra a política do Governo de José Sócrates para a Administração Pública, que ganha cada vez mais apoio dos trabalhadores e das populações.

Em Évora a Caravana participou ontem nas comemorações do 1º de Maio e percorre hoje os concelhos do Alandroal, Borba e Estremoz, em contactos com os trabalhadores e as populações locais. Para amanhã, 3 de Maio, estão previstas a realização de plenários de trabalhadores nas Câmaras de Vendas Novas, Montemor-o-Novo e Évora, este último no Jardim da Diana, onde será aprovada uma resolução a entregar ao Governo Civil. Na Praça do Giraldo será montada uma exposição sobre a Administração Pública e serão efectuados contactos com a população através da distribuição de um comunicado.

Também em S. Miguel, Açores, a Caravana tem a partir de hoje expressão de rua, prolongando-se até ao final da semana. Com início marcado para as 11.30 horas, em Vila Franca do Campo, a Caravana da Indignação micaelense percorrerá os principais concelhos da ilha, contará com uma Conferência de Imprensa em Ponta Delgada, no dia 4 de Maio, e terminará na Povoação no dia 7.

Nos dias 4 e 5 a Caravana estará no distrito de Beja e durante a próxima semana percorrerá Castelo Branco, Portalegre, Guarda, Bragança e Vila Real.

Recorde-se que a Caravana da Indignação é promovida pelo STAL (Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local) e pelo STML (Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa) e circula por todo o País desde o passado dia 24 de Abril, até à Greve geral de 30 de Maio, numa acção de protesto contra a política do Governo para a Administração Pública, visando esclarecer e mobilizar os trabalhadores e as populações.

Um carro alegórico com três mensagens centrais («Sem trabalhadores não há serviços, públicos», «Sem serviços públicos não há direitos sociais» e «o Governo encerra serviços e engorda os privados») constitui o centro da Caravana, que tem previstas diversas iniciavas, nomeadamente a entrega de um comunicado à população, desfiles, plenários de rua, exposições públicas e a entrega de resoluções aos governadores civis.

Lisboa, 2 de Maio de 2007
A Direcção Nacional do STAL


 
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