Trabalhadores do Porto podem ir à greve PDF Imprimir e-mail
14-Jun-2004

CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO LIXO

Face à eventual privatização da recolha do lixo, os trabalhadores da DL.U da CM do Porto mandataram o STAL para decidir as formas de luta.

 

Os trabalhadores da Câmara Municipal do Porto, afectos à recolha de Resíduos Sólidos Urbanos reunidos, em plenário na noite de 9 de Junho, mandataram o STAL para definir as formas de luta a encetar, contra a eventual intenção de Rui Rio privatizar a recolha de lixo na cidade do Porto.

o STAL não descarta a hipótese de uma greve de uma semana na recolha de lixo na cidade do Porto, a exemplo do que aconteceu recentemente no município da Amadora.

O STAL preocupado com o atraso verificado na entrada de 165 cantoneiros de limpeza na Câmara Municipal do Porto e face aos rumores existentes da intenção de Rui Rio privatizar a recolha de lixo na cidade, solicitou, no passado dia 2 de Junho, uma audiência a Rui Rio, com carácter de urgência, que ainda não se concretizou.

Face ao impasse verificado na entrada dos 165 cantoneiros, que iriam assegurar uma melhor limpeza da cidade, a Câmara Municipal do Porto teve que suportar um custo adicional com a contratação de uma prestação de serviços a uma empresa privada — a SERURB.

O STAL já reuniu com os vereadores Eng.° Rui Sá e Eng.° Orlando Gaspar, respectivamente da CDU e do PS, e obteve a garantia que tal proposta de privatização não passaria com os votos dos referidos partidos.

Contudo o STAL quer obter igual garantia por parte do Presidente da Câmara Municipal do Porto.

O STAL reafirma que se a cidade do Porto vier a ficar sem recolha de lixo a responsabilidade não é nem do Sindicato nem dos trabalhadores.
 

 
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