Greve Geral em Braga - Intervenção da PSP PDF Imprimir e-mail
24-Nov-2011
A GEVE GERAL de 24 de Novembro de 2011, constitui um marco histórico nas principais cidades do distrito de Braga, com fortíssimas adesões, nomeadamente na recolha dos resíduos sólidos e nos Transportes Urbanos de passageiros.

Os trabalhadores, estão assim a dar uma clara resposta, de que não querem esta política miserável, de roubo nos salários, nos subsídios e nos direitos. É uma clara rejeição ao retrocesso e ao inconsequente liberalismo levado a cabo pelo Governo PSD/CDS/Passos Coelho, que está a conduzir o País ao desastre, apenas com um objectivo: o de criar todas as condições para que os ricos fiquem mais ricos, protegendo-os, em deterimento daqueles que verdadeiramente trabalham e criam riqueza: os Trabalhadores!

Mas nem tudo foram rosas nesta Greve Geral. O STAL, que em Braga constitui Piquete de Greve, exerceu, de acordo com a Lei a sua actividade na AGERE e com uma adesão de 100% na recolha de resíduos sólidos diurnos, graças à intervenção do Piquete de Greve junto de alguns trabalhadores que se dispunham a furar a greve, eis que chega uma força policial, da PSP comandada pelo guarda de 1ª classe Gaspar Santos, que de forma grosseira, ilegal  e ofensiva, começou po impedir a tarefa por meios pacíficos do Piquete de Greve, com comentários do género: "Deixem os trabalhadores passar para o trabalho, que ganham pouco, ao contrário de vocês que estão aqui a ganhar dinheiro". Isto é uma intervenção vergonhosa de alguns agentes da autoridade,que de forma irresponsável, envergonha a sua própria instituição - a PSP.

Apesar de tudo e pese embora este triste episódio, a percentagem da recolha de resíduos sólidos diurna na AGERE em Braga, cifrou-se em 80%.

O STAL, confiante na luta dos trabalhadores e das razões que nos assistem, continuará com determinação a dar corpo aos legítimos e mais que justos anseios de todos que deem satisfação aos direitos conquistados e contra a mais primária exploração e nunca por nunca abdicará dos seus direitos consignados na Constituição da República Portuguesa, de intervir com liberdade, junto dos trabalhadores, quer queiram alguns agentes da PSP, mal intencionados, quer não queiram.

 

VIVA A GREVE GERAL!


VIVA OS TRABALHADORES! 

 
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