Greve Geral aumenta confiança na luta PDF Imprimir e-mail
02-Dez-2011

CONTRA OS ROUBOS, A IMORALIDADE E A INJUSTIÇA

Com uma adesão global que se situa acima dos 85%, os trabalhadores da Administração Local aderiram massivamente à Greve Geral e deram um sinal inquestionável de revolta contra a política de roubos, injusta e imoral do governo PSD/CDS-PP de Passos Coelho e Paulo Portas.

O STAL saúda calorosamente os milhares de trabalhadores das câmaras municipais, serviços municipalizados, juntas de freguesia, empresas municipais e concessionárias de serviços públicos locais, bombeiros, escolas, jardins de infância, transporte urbanos municipais e demais entidades inseridas no âmbito da Administração Local e Regional, que no dia 24 de Novembro deram corpo ao seu descontentamento e à sua revolta numa poderosa adesão a esta Greve Geral.

Ao mesmo tempo o sindicato manifesta a sua solidariedade para com todos aqueles que apoiam inequivocamente os objectivos desta jornada de luta mas não puderam materializar a sua adesão efectiva, sobretudo devido à situação precária em que se encontram.

Também as diversas situações de pressão, chantagem e coacção que se fizeram sentir em diversos locais de trabalho merecem uma palavra especial do STAL, particularmente dirigida aos trabalhadores que de forma ignóbil foram feridos na sua dignidade e no seu direito inalienável à greve, condenando desde já autarcas, chefias e forças de segurança que de uma ou de outra forma foram protagonistas directos ou coniventes com inqualificáveis actos de violação da lei da greve, destacando-se desde já as situações vividas em Oeiras, em Sintra, em Braga e na Madeira.

Revolta e confiança na luta

A paralisação de uma enorme quantidade de serviços das diversas entidades que integram a Administração Local e Regional constitui a pedra de toque da Greve Geral no sector, realidade que redobra a confiança na luta que os trabalhadores vão ter de continuar a levar a cabo.

A política injusta e imoral de austeridade que o Governo PSD/CDS-PP tem vindo a levar a cabo provoca um sentimento crescente de revolta nos trabalhadores do sector, seja pelos roubos de que estão a ser alvo este ano e pelos que se anunciam para 2012, particularmente nos subsídios de férias e de Natal, seja pelo aumento generalizado do custo de vida, do ataque aos direitos, ao Poder Local e aos serviços públicos, em claro contraste com as facilidades concedidas ao sector financeiro e aos grandes grupos económicos e a inexistência de um efectivo combate à corrupção, à fraude e à evasão fiscal.

Foi esta política que a elevada adesão à Greve Geral condenou, pelo que o STAL considera urgente uma ruptura efectiva com a injustiça e a imoralidade que têm pautado a acção governativa da actual coligação PSD/CDS-PP, onde não falta a corrupção e o envolvimento de figuras públicas pertencentes ao chamado arco do poder em situações pouco claras. 

icon 29-11-2011 - COM 18 - Saudação Greve Geral (183.11 kB)
 
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