Contra o aumento do horário de trabalho PDF Imprimir e-mail
11-Jan-2012

CONCENTRAÇÃO NACIONAL DE ACTIVISTAS SINDICAIS, DIA 18 DE JANEIRO ÀS 15HORAS

ze_povinho.jpgA proposta de lei n.º 36/XII (ver parecer ) que pretende o aumento do horário sem acréscimo de retribuição está em discussão pública até ao dia 18 de Janeiro de 2012.
Até ao dia 18 de Janeiro, dia da entrega de pareceres na AR, vamos todos informar, debater e mobilizar os trabalhadores contra este atentado. Em simultâneo está a efectuar-se a recolha de assinaturas para o abaixo-assinado nas empresas e locais de trabalho. Dia 18 Janeiro CONCENTRAÇÃO NACIONAL DE ACTIVISTAS SINDICAIS, na Assembleia da República para entrega dos pareceres.

A proposta de lei n.º 36/XII (ver parece r) que pretende o aumento do horário sem acréscimo de retribuição está em discussão pública até ao dia 18 de Janeiro de 2012.
Estamos perante mais um ataque cobarde do Governo do PSD-CDS que, aproveitando a época natalícia, procura condicionar a discussão, a denúncia e a contestação a uma medida que visa aumentar os lucros do grande capital à custa da exploração dos trabalhadores.

Se ao aumento do horário de trabalho, que corresponde a 16 dias, acrescentarmos o corte de 4 feriados e 3 dias de férias, fica claro que nos querem pôr a trabalhar mais um mês por ano gratuitamente.

Estas propostas constituem um roubo que não pode, nem vai ficar sem resposta.

As 8 horas de trabalho, 8 horas para a família e 8 horas de descanso, com 2 dias de descanso semanal, são o resultado de uma luta persistente e heróica travada ao longo dos anos por gerações de trabalhadores e trabalhadoras.

Este é um legado que importa não só preservar, como melhorar no futuro. Tal facto impõe a junção de todas as vontades para a luta contra esta proposta que, a concretizar-se, levaria ao aumento do desemprego, à redução dos salários, à diminuição do número de dias de descanso e à negação do direito de contratação colectiva e de negociação da organização do tempo de trabalho.

Os trabalhadores não são objectos transaccionáveis. São homens e mulheres que exigem ser respeitados e valorizados. Por isso, vamos lutar contra o trabalho forçado e as políticas que estão a empurrar o nosso país para uma espiral regressiva, com contornos monstruosos no plano económico e social.

A hora é de mobilização e acção!

 
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