Último dia em Viseu, rumo ŕ Guarda e Castelo Branco
02-Nov-2012

TERCEIRA SEMANA NA ESTRADA PELO PODER LOCAL,
OS TRABALHADORES E AS POPULAÇÕES

A Caravana do Protesto, Luta e Afirmação completa hoje, em Viseu, três semanas a percorrer o país em defesa do Poder Local, dos direitos dos trabalhadores e das populações. A exposição itinerante e os comunicados à população têm recebido forte interesse nos locais por onde a caravana passa, ao mesmo tempo que a mobilização para a Greve Geral do próximo dia 14 ganha cada vez mais força nos contactos com os trabalhadores.

Às 8.00 horas, em Penalva do Castelo, a exposição «Defender o Poder Local, os trabalhadores e as populações motivou forte interesse no Largo do Município e durante a manhã foram ainda distribuídos comunicados na feira semanal e no mercado municipal.

A caravana partiu depois rumo a Sátão e Vila Nova de Paiva, para terminar durante a tarde, em Lamego, a sua passagem pelo distrito de Viseu, rumando depois em direcção ao Distrito da Guarda, onde estará na próxima segunda-feira. Durante a próxima semana seguem-se ainda os distritos de Castelo Branco, Portalegre e Évora.

A caminho da Greve Geral


Promovida pelo STAL, a Caravana do Protesto, Luta e Afirmação percorre o país desde 15 de Outubro com o objectivo de afirmar a defesa do Poder Local, dos serviços públicos que presta e dos direitos dos trabalhadores e das populações.

Animação sonora, uma exposição itinerante e um comunicado à população constituem os elementos centrais desta caravana, que nas diversas cidades por onde tem passado se divide entre contactos com as populações e os trabalhadores das autarquias.

Com o aproximar do dia 14 de Novembro ganha cada vez mais especial importância na agenda da caravana o esclarecimento e a mobilização dos trabalhadores para a Greve Geral convocada pela CGTP-IN, seja pelos objectivos gerais de combate às políticas de austeridade e aos roubos levados a cabo pelo Governo PSD/CDS-PP, seja pelos objectivos específicos dos trabalhadores das autarquias, sector empresarial local e bombeiros.

O STAL considera que está em curso uma ofensiva sem precedentes contra o Poder Local, os serviços públicos que presta e os seus trabalhadores, de que são exemplo medidas como o encerramento de freguesias, a lei dos compromissos, o regime jurídico do sector empresarial local ou as recentes medidas de redução de trabalhadores incluídas na proposta de Orçamento de Estado para 2013, pelo que apela a trabalhadores e populações para que se unam e intensifiquem o combate contra as políticas injustas, imorais e criminosas do Governo.