10 de Novembro acções em Lisboa e no Porto
14-Out-2004


  PLENÁRIO DA FRENTE COMUM DECIDE INTENSIFICAR A LUTA

O Plenário da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, reunido no dia 13 de Outubro, decidiu intensificar a luta dos trabalhadores em torno da PRC/2005 e contra a política do governo PSD/PP. No próximo dia 10 de Novembro vamos todos participar nas acções da CGTP-IN no Porto e em Lisboa.

 

RESOLUÇÃO

O Plenário de dirigentes, delegados e activistas sindicais da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública reunido em Lisboa no dia 13 de Outubro de 2004 decide:

1 – Considerar prioritário o esclarecimento e a mobilização dos trabalhadores da Administração Pública em torno das reivindicações constantes da PR/2005;

2 – Exprimir o seu apoio às acções de luta em curso nos vários sub-sectores da Administração Pública em defesa da dignidade profissional e das funções sociais do Estado;

3 – Repudiar as privatizações dos serviços públicos e a perspectiva do seu alargamento já expressas no projecto de Grandes Opções do Plano;

4 – Exigir do Governo o respeito pelo direito à negociação, sendo inaceitável que até esta data não tenha havido qualquer resposta face ao envio da Proposta da Frente Comum e ao pedido formal de abertura de negociações;

5 – Manifestar a mais firme determinação em se oporem a políticas de facto consumado;

6 - Manifestar o maior repúdio pela sistemática manipulação da realidade existente na Administração Pública e pelo ataque frontal à dignidade dos seus profissionais efectuada reiteradamente de forma demagógica pelo Governo;

7 – Considerar a jornada de luta da CGTP-IN do próximo dia 10 de Novembro como um dia de luta dos trabalhadores da Administração Pública empenhando-se activamente na sua mobilização para as acções que se realizarão no Porto e em Lisboa;

8 – Expressar que, face à política prosseguida pelo actual Governo, é inevitável a continuação e desenvolvimento da luta dos trabalhadores da Administração Pública através das formas que em cada momento se considerem mais adequadas incluindo o recurso à greve.